Proposta de Novos Distritos para a Nova Lusitânia
O conceito de "cidades-jardins" para a Nova Lusitânia será inspirado pelo movimento de cidades-jardins de Ebenezer Howard na Inglaterra, que buscava criar comunidades urbanas planejadas com amplas áreas verdes, habitação de qualidade e integração com a natureza. Serão cidades para 80 mil habitantes com áreas divididas corretamente em zonas habitacionais, industriais, prédios públicos etc.
Serão cidades quadradas (embora na prática poderá variar), divididas em zonas concêntricas, cada uma com funções específicas, conectadas por vias largas. A população ideal será de cerca de 80.000 habitantes, em uma área de aproximadamente 6.000 hectares, dos quais 4.800 acres serão as cidades propriamente dita e o restante formará as zonas agrícola em volta. As divisões principais serão:

Áreas A1
Serão destinadas às zonas habitacionais. Casas de baixa densidade, com jardins individuais, projetadas para serem acessíveis à classe trabalhadora com variedade de tipologias (casas térreas, sobrados, pequenos edifícios), mas mantendo harmonia estética e ruas arborizadas e amplos espaços verdes entre as residências, como parques e alamedas.
Áreas A2
Serão destinadas às zonas de centro cívico e cultural. Abrigarão as instituições públicas, culturais e recreativas: parques, praças verdes, prefeitura, biblioteca, teatro, museu, galeria de arte, escola, creche e hospital. Também poderá ter algumas lojas e mercados próximos ao centro, mas sem dominar o espaço.

Áreas B1
Serão destinadas às zonas comerciais. Abrigarão as lojas, mercados, shoppings, restaurantes, oficinas e galpões.
Áreas B2
Serão destinadas às zonas industriais e centros de tratamento de esgoto na periferia da área urbana, geralmente na área externa da cidade, mas dentro dos limites da área construída. Irá abrigar fábricas, oficinas de construção e outras atividades industriais. Indústrias limpas e de pequeno a médio porte, para evitar poluição excessiva. Separação estratégica das áreas residenciais, para evitar poluição, mas com fácil acesso para os trabalhadores e com infraestrutura para transporte de mercadorias, como ferrovias ou canais.

Áreas C1
Serão destinadas às zonas agrícolas em volta da cidade. Uma faixa de terra ao redor da cidade construída, separando-a de outras cidades ou áreas urbanas. É onde terá a produção de alimentos e outras atividades rurais para suprir a cidade através de fazendas, pomares, pastagens e pequenas propriedades agrícolas que terão conexão com a cidade por meio de estradas ou ferrovias para transporte de produtos. Também terá os espaços para instituições como asilos, orfanatos ou escolas agrícolas, integrados à zona rural, parques, florestas, gramados e áreas recreativas, espaços para atividades comunitárias, como esportes e eventos ao ar livre que servirão como proteção contra a fusão com cidades vizinhas, mantendo a identidade de cada cidade-jardim.

Qualidade de Vida
Arquitetura das Novas Cidades
A arquitetura das novas cidades será um reflexo da história da Nova Lusitânia, influenciada por diversas culturas e períodos, desde a colonização até a contemporaneidade.
1. Arquitetura Barroca
Será a arquitetura predominante em igrejas, bibliotecas e universidades:

2. Arquitetura Neoclássica
Será a arquitetura predominante nos edifícios de prefeitura, parlamento, casa presidencial, ministérios, tribunais etc.

3. Arquitetura Gótica
Será a arquitetura das igrejas das cidades grandes e capitais.

Outras poderão ser usadas, como a rococó, holandesa e greco-romana, dependendo da história de cada município.
Proposta de Bairros com Arquitetura Holandesa para a Nova Lusitânia

O projeto consiste na construção de bairros com arquitetura holandesa para moradia e pousada. Serão construídas em todas as capitais da Nova Lusitânia onde tiveram maior influência holandesa. Os bairros serão inspirados no bairro holandês de Recife (Santo Amaro).






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