A Comunidade de Inteligência da Nova Lusitânia
Agência de Segurança da Nova Lusitânia (ASNL)
A Agência de Segurança da Nova Lusitânia (ASNL) será uma das principais agências de inteligência da Nova Lusitânia, subordinada ao Ministério da Defesa e integrante da Comunidade de Inteligência. Será especializada em SIGINT (inteligência de sinais), criptologia e cibersegurança, a ASNL desempenhará um papel central na coleta, análise e proteção de comunicações eletrônicas, além de conduzir operações de ciberespionagem.
A ASNL terá duas funções principais:
- Inteligência de Sinais (SIGINT): Irá coletar e analisará comunicações eletrônicas (telefone, e-mail, rádio, dados de internet) e sinais eletromagnéticos (radar, telemetria).
- Usa satélites, estações terrestres, aviões de reconhecimento e sistemas como PRISM (acesso a dados de empresas de tecnologia) e MUSCULAR (interação com cabos submarinos).
- Alvos incluem governos estrangeiros, organizações terroristas e redes criminosas.
- Cibersegurança e Criptologia: Irá proteger comunicações e sistemas do governo da Nova Lusitânia contra ciberataques.
- Desenvolverá e quebrará códigos criptográficos.
- Supervisionará padrões de segurança, como o algoritmo.
Diretorias Principais:
- Diretoria de Inteligência de Sinais: Coleta análise de SIGINT.
- Diretoria de Garantia da Informação: Proteção de sistemas e redes do governo.
- Diretoria de Pesquisa: Desenvolvimento de tecnologias avançadas, como computação quântica para quebrar criptografia.
- Liderança: Será dirigida por um militar (geralmente um general).
Departamento Federal de Investigação (DFI)
O Departamento Federal de Investigação (DFI) será a principal agência federal de aplicação da lei e inteligência doméstica da Nova Lusitânia, subordinada ao Ministério de Justiça e integrante da Comunidade de Inteligência. A DFI também desempenhará um papel crucial em contraespionagem, contraterrorismo e inteligência interna.
A DFI terá uma dupla função:
- Aplicação da Lei: Irá investigar crimes federais, incluindo corrupção, crime organizado, crimes cibernéticos, tráfico humano, crimes financeiros e violações de direitos civis.
- Jurisdição sobre mais de 200 categorias de crimes federais, como sequestro, terrorismo doméstico e crimes interestaduais.
- Inteligência e Segurança Nacional: Irá coletar, analisar e disseminar inteligência doméstica para prevenir ameaças como terrorismo, espionagem estrangeira e ciberataques.
- Coordenará com as outras agências, mas será proibido de conduzir operações de inteligência no exterior (papel da AID).
Divisões Principais:
- Divisão de Investigação Criminal: Investigará crimes como corrupção, fraude e crime organizado.
- Divisão Contra Terrorismo: Irá prevenir e responder a ameaças terroristas.
- Divisão de Contrainteligência: Irá combater espionagem estrangeira e vazamentos de informações classificadas.
- Divisão Cibernética: Focará em crimes cibernéticos e cibersegurança.
- Ramo de Inteligência: Irá gerenciar coleta e análise de inteligência doméstica.
- Academia da AID: Terá uma academia para treinar agentes e policiais, com instalações como o laboratório de DNA e a cidade cenográfica para simulações.
Programas e Operações
- Centro Nacional de Informações sobre Crimes (CNIC): Banco de dados que irá armazenar informações sobre criminosos, veículos roubados e pessoas desaparecidas, acessado por forças policiais.
- Sistema de Índice de DNA Combinado (SIDC): Banco de DNA para identificar suspeitos em investigações criminais.
- Contraterrorismo: Irá liderar Forças-Tarefa Conjuntas de Terrorismo (FTCT), que irá reunir agências federais, estaduais e locais para prevenir ataques.
Agência de Inteligência de Defesa (AID)
- A Agência de Inteligência de Defesa (AID) será a principal agência de inteligência estrangeira da Nova Lusitânia, subordinada ao Ministério da Defesa. Será focada em coleta, análise e operações clandestinas no exterior, a AID desempenhará um papel crucial na segurança nacional, fornecendo inteligência ao primeiro ministro e a tomadores de decisão.
A AID terá três funções principais:
- Coleta de Inteligência: Irá obter informações por meio de agentes humanos, informantes e operações clandestinas no exterior.
- Coleta de dados sensíveis sobre governos, organizações terroristas e outros alvos estratégicos.
- Análise de Inteligência: Irá processar e interpretar informações de fontes abertas, SIGINT por exemplo e (com apoio da ASNL) para produzir relatórios estratégicos.
- Operações Secretas: Irá executar ações clandestinas autorizadas pelo primeiro ministro, como influência política, sabotagem, apoio a movimentos ou ataques com drones.
- Será proibida por lei de conduzir espionagem doméstica ou assassinatos.
Diretorias Principais:
- Diretoria de Operações: Irá gerenciar operações clandestinas e coleta. Incluirá o Centro de Atividades Especiais (CAE), que conduzirá operações paramilitares e contraterrorismo.
- Diretoria de Análise: Produzirá relatórios de inteligência para formuladores de políticas.
- Diretoria de Ciência e Tecnologia: Desenvolverá tecnologias avançadas, como satélites espiões e ferramentas de ciberespionagem.
- Diretoria de Suporte: Irá gerenciar logística, treinamento e segurança.
- Diretoria de Inovação Digital: Irá focar em ciberinteligência e análise de big data.
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