A Comunidade de Inteligência da Nova Lusitânia




A Comunidade de Inteligência da Nova Lusitânia será primeiramente composta por 3 agências governamentais independentes que irão trabalhar de forma separada e colaborativa para conduzir atividades de inteligência em prol da segurança nacional e das relações externas do país. Essas agências, coordenadas pelo Ministro da Segurança Interna, irão abranger inteligência civil, militar e de análise, com funções que incluem coleta de informações, espionagem, análise de dados e operações clandestinas.

Agência de Segurança da Nova Lusitânia (ASNL)

A Agência de Segurança da Nova Lusitânia (ASNL) será uma das principais agências de inteligência da Nova Lusitânia, subordinada ao Ministério da Defesa e integrante da Comunidade de Inteligência. Será especializada em SIGINT (inteligência de sinais), criptologia e cibersegurança, a ASNL desempenhará um papel central na coleta, análise e proteção de comunicações eletrônicas, além de conduzir operações de ciberespionagem.

A ASNL terá duas funções principais:

  1. Inteligência de Sinais (SIGINT): Irá coletar e analisará comunicações eletrônicas (telefone, e-mail, rádio, dados de internet) e sinais eletromagnéticos (radar, telemetria).
  2. Usa satélites, estações terrestres, aviões de reconhecimento e sistemas como PRISM (acesso a dados de empresas de tecnologia) e MUSCULAR (interação com cabos submarinos).
  3. Alvos incluem governos estrangeiros, organizações terroristas e redes criminosas.
  4. Cibersegurança e Criptologia: Irá proteger comunicações e sistemas do governo da Nova Lusitânia contra ciberataques.
  5. Desenvolverá e quebrará códigos criptográficos.
  6. Supervisionará padrões de segurança, como o algoritmo.

Diretorias Principais:

  • Diretoria de Inteligência de Sinais: Coleta análise de SIGINT.
  • Diretoria de Garantia da Informação: Proteção de sistemas e redes do governo.
  • Diretoria de Pesquisa: Desenvolvimento de tecnologias avançadas, como computação quântica para quebrar criptografia.
  • Liderança: Será dirigida por um militar (geralmente um general).

Departamento Federal de Investigação (DFI)

O Departamento Federal de Investigação (DFI) será a principal agência federal de aplicação da lei e inteligência doméstica da Nova Lusitânia, subordinada ao Ministério de Justiça e integrante da Comunidade de Inteligência. A DFI também desempenhará um papel crucial em contraespionagem, contraterrorismo e inteligência interna.

A DFI terá uma dupla função:

  1. Aplicação da Lei: Irá investigar crimes federais, incluindo corrupção, crime organizado, crimes cibernéticos, tráfico humano, crimes financeiros e violações de direitos civis.
  2. Jurisdição sobre mais de 200 categorias de crimes federais, como sequestro, terrorismo doméstico e crimes interestaduais.
  3. Inteligência e Segurança Nacional: Irá coletar, analisar e disseminar inteligência doméstica para prevenir ameaças como terrorismo, espionagem estrangeira e ciberataques.
  4. Coordenará com as outras agências, mas será proibido de conduzir operações de inteligência no exterior (papel da AID).

Divisões Principais:

  • Divisão de Investigação Criminal: Investigará crimes como corrupção, fraude e crime organizado.
  • Divisão Contra Terrorismo: Irá prevenir e responder a ameaças terroristas.
  • Divisão de Contrainteligência: Irá combater espionagem estrangeira e vazamentos de informações classificadas.
  • Divisão Cibernética: Focará em crimes cibernéticos e cibersegurança.
  • Ramo de Inteligência: Irá gerenciar coleta e análise de inteligência doméstica.
  • Academia da AID: Terá uma academia para treinar agentes e policiais, com instalações como o laboratório de DNA e a cidade cenográfica para simulações.

Programas e Operações

  • Centro Nacional de Informações sobre Crimes (CNIC): Banco de dados que irá armazenar informações sobre criminosos, veículos roubados e pessoas desaparecidas, acessado por forças policiais.
  • Sistema de Índice de DNA Combinado (SIDC): Banco de DNA para identificar suspeitos em investigações criminais.
  • Contraterrorismo: Irá liderar Forças-Tarefa Conjuntas de Terrorismo (FTCT), que irá reunir agências federais, estaduais e locais para prevenir ataques.

Agência de Inteligência de Defesa (AID)

  • A Agência de Inteligência de Defesa (AID) será a principal agência de inteligência estrangeira da Nova Lusitânia, subordinada ao Ministério da Defesa. Será focada em coleta, análise e operações clandestinas no exterior, a AID desempenhará um papel crucial na segurança nacional, fornecendo inteligência ao primeiro ministro e a tomadores de decisão.

A AID terá três funções principais:

  1. Coleta de Inteligência: Irá obter informações por meio de agentes humanos, informantes e operações clandestinas no exterior.
  2. Coleta de dados sensíveis sobre governos, organizações terroristas e outros alvos estratégicos.
  3. Análise de Inteligência: Irá processar e interpretar informações de fontes abertas, SIGINT por exemplo e (com apoio da ASNL) para produzir relatórios estratégicos.
  4. Operações Secretas: Irá executar ações clandestinas autorizadas pelo primeiro ministro, como influência política, sabotagem, apoio a movimentos ou ataques com drones.
  5. Será proibida por lei de conduzir espionagem doméstica ou assassinatos.

Diretorias Principais:

  • Diretoria de Operações: Irá gerenciar operações clandestinas e coleta. Incluirá o Centro de Atividades Especiais (CAE), que conduzirá operações paramilitares e contraterrorismo.
  • Diretoria de Análise: Produzirá relatórios de inteligência para formuladores de políticas.
  • Diretoria de Ciência e Tecnologia: Desenvolverá tecnologias avançadas, como satélites espiões e ferramentas de ciberespionagem.
  • Diretoria de Suporte: Irá gerenciar logística, treinamento e segurança.
  • Diretoria de Inovação Digital: Irá focar em ciberinteligência e análise de big data.

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